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O Diabo Veste Prada 2 no Disney+: data, elenco e vale a pena?

O Diabo Veste Prada 2 chega ao Disney+ em 29 de julho de 2026. PG-13, 1h59min, com Meryl Streep e Anne Hathaway. Vale a pena depois do sucesso nas salas?

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Daniel Krust
··6 min de leitura
Meryl Streep como Miranda Priestly, Anne Hathaway como Andy e Emily Blunt como Emily no escritório da revista Runway em O Diabo Veste Prada 2

O Diabo Veste Prada 2 no Disney+: data, elenco e vale a pena?

Vinte anos depois, Miranda Priestly voltou — e desta vez ela precisa de ajuda. A sequência mais aguardada de 2026 saiu das salas de cinema com quase US$ 700 milhões no bolso e agora se prepara para invadir as telas de casa. A data foi confirmada, o elenco é dos sonhos, e a pergunta que não quer calar é: esse segundo round entrega à altura do primeiro?


Resposta rápida

O Diabo Veste Prada 2 (Disney+, 2026):

  • Classificação indicativa: PG-13 (equivalente a 14 anos no Brasil)
  • Duração: 1h 59min
  • Onde assistir: Disney+ — a partir de 29 de julho de 2026
  • Vale a pena? Sim, especialmente para quem amou o original — mas prepare as expectativas: é um reencontro caloroso, não uma obra revolucionária.

Quando O Diabo Veste Prada 2 chega ao Disney+?

A espera para quem preferiu o sofá ao cinema finalmente tem data marcada. A 20th Century Studios confirmou que O Diabo Veste Prada 2 estreia no Disney+ em 29 de julho de 2026, com exclusividade na plataforma. No Brasil, a confirmação também já está valendo — o Disney+ Brasil anunciou o mesmo dia para o catálogo local.

A janela entre as salas e o streaming ficou em cerca de 90 dias — o intervalo que se tornou padrão para filmes dos estúdios da Disney. O longa chegou aos cinemas brasileiros em 30 de abril, então a conta fecha certinha.

Para quem quiser se preparar, o primeiro O Diabo Veste Prada (2006) já está disponível no Disney+ agora mesmo.


O que acontece na história

A trama se passa duas décadas depois do primeiro filme. Andy Sachs (Anne Hathaway) realizou o sonho de virar jornalista investigativa de respeito — até ser demitida por mensagem de texto minutos antes de receber um prêmio importante. Do outro lado da cidade, Miranda Priestly (Meryl Streep) enfrenta uma crise de credibilidade na Runway depois de publicar um artigo elogioso sobre uma marca envolvida em escândalos.

Para salvar a revista, Andy retorna à Runway como editora de reportagens especiais — sem o consentimento de Miranda, o que, obviamente, deixa a chefe furiosa. O problema maior: a publicidade que pode salvar a revista está nas mãos de Emily Charlton (Emily Blunt), ex-assistente que se tornou uma poderosa executiva de um grupo de luxo.

É uma dinâmica de poder triangular, moderna e bem construída. A crise da mídia impressa como pano de fundo é um acerto criativo — dá urgência real à trama e ancora o filme no mundo atual sem precisar forçar referências de TikTok a torto e a direito.


Elenco: o quarteto original mais caras novas

O retorno do núcleo duro é o grande trunfo do filme. Meryl Streep, Anne Hathaway, Emily Blunt e Stanley Tucci voltam aos seus papéis do primeiro longa, com David Frankel na direção e Aline Brosh McKenna no roteiro — a mesma dupla de 2006.

Entre os novos integrantes, o elenco é impressionante: Kenneth Branagh como o marido de Miranda, Lucy Liu, Justin Theroux, Simone Ashley (conhecida de Bridgerton), Pauline Chalamet e B.J. Novak também entram em cena. As filmagens aconteceram em Nova York e na Itália — Milão e o Lago Como aparecem com aquela pompa fashion que a franquia sabe entregar.

Há ainda uma trilha sonora com assinatura inusitada: o segundo trailer trouxe "Runway", uma música original de Lady Gaga e Doechii no estilo house pop, lançada em abril de 2026.


Análise crítica: onde o filme acerta (e onde tropeça)

O que funciona: O trio Streep–Hathaway–Blunt tem uma química que nenhum roteiro mediano consegue apagar. Emily Blunt, em especial, rouba cenas com uma Emily Charlton que evoluiu de antagonista caricata para personagem genuinamente complexa. A dinâmica de poder entre as três é o verdadeiro coração do filme, e quando a câmera está nelas, O Diabo Veste Prada 2 brilha.

A ambientação do mundo da moda em crise também é um ganho. Ao invés de repetir a fórmula "garota ingênua x editora cruel", o roteiro aposta em adultos lidando com consequências reais — o que amadurece a franquia de forma bem-vinda.

Onde tropeça: O filme tem mais personagens do que tempo para desenvolvê-los. Parte do elenco novo — por mais talentoso que seja — fica subutilizado, criando a sensação de que o longa tenta ser grande demais para 1h59min. A comentada "Netflix look" na fotografia (colorização padronizada, baixo contraste) recebeu críticas na imprensa especializada, e não é sem razão: visualmente, o filme perde o glamour cortante que a fotografia do original tinha.

A crítica especializada reflete essa divisão: no Rotten Tomatoes, o filme tem 79% de aprovação com base em mais de 118 reviews. Já no Metacritic, a pontuação é de 61/100, indicando recepção "geralmente favorável" — mas longe de consenso entusiasta. O público, porém, votou com o bolso: mais de US$ 682 milhões arrecadados mundialmente, tornando-o o quarto maior filme de 2026 até agora.


Bilheteria e contexto: o retorno inesperado

O sucesso comercial de O Diabo Veste Prada 2 surpreendeu o próprio estúdio. A franquia cruzou a marca de US$ 1 bilhão em bilheteria acumulada (somando o primeiro e o segundo filmes), impulsionada por um retorno acima do esperado para uma continuação lançada duas décadas após o original.

O trailer completo, divulgado em 1º de fevereiro de 2026, registrou 222 milhões de visualizações em 24 horas — o mais assistido da história da 20th Century Studios. A estreia mundial aconteceu no Lincoln Center, em Nova York, em 20 de abril, e foi transmitida ao vivo pelo Disney+ e TikTok.

Vale lembrar que a Disney originalmente havia reservado a data de 1º de maio para Avengers: Doomsday — e optou por colocar Prada 2 no lugar depois de acelerar a produção. Uma aposta que claramente valeu.


Vale a pena assistir?

Sim — com ressalvas. O Diabo Veste Prada 2 é um reencontro prazeroso com personagens que ficaram na memória afetiva de uma geração. Não reinventa a roda nem chega aos pés do original em termos de impacto cultural, mas entretém com competência, tem atuações de alto nível e uma premissa contemporânea que funciona.

Se você esperou para assistir em casa, fez uma escolha razoável: o filme ganha muito pouco da experiência de cinema — é essencialmente um drama de personagens, e a sala de estar vai dar conta do recado.

Nota Pipoca Crítica: 7/10


Perguntas frequentes

Quando O Diabo Veste Prada 2 estreia no Disney+?

O filme chega ao Disney+ no Brasil em 29 de julho de 2026, confirmado pela plataforma. Nos cinemas brasileiros, a estreia aconteceu em 30 de abril de 2026.

Qual a classificação indicativa e a duração do filme?

A classificação é PG-13 (equivalente a 14 anos). A duração é de 1 hora e 59 minutos.

Quem faz parte do elenco de O Diabo Veste Prada 2?

O quarteto original retorna: Meryl Streep, Anne Hathaway, Emily Blunt e Stanley Tucci. Os novos integrantes incluem Kenneth Branagh, Lucy Liu, Justin Theroux, Simone Ashley, Pauline Chalamet e B.J. Novak, entre outros.

Qual a nota do filme no Rotten Tomatoes e Metacritic?

No Rotten Tomatoes, o filme tem 79% de aprovação (118+ reviews). No Metacritic, a pontuação é de 61/100, classificado como "geralmente favorável".

É necessário assistir ao primeiro filme antes?

Recomendado, mas não obrigatório. O roteiro apresenta os personagens de forma que funciona para novatos, mas fãs do original vão aproveitar muito mais as referências e a evolução dos arcos.

Tags:#Disney+#O Diabo Veste Prada 2#Meryl Streep#Anne Hathaway#Emily Blunt#Lançamentos 2026#Comédia Dramática#Review

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