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Supergirl: onde alugar, comprar e vale a pena assistir?

Supergirl (2026) chega ao VOD em 9/8. Classificação PG-13, 1h48. Disponível no Prime Video, Apple TV e YouTube. Milly Alcock brilha, mas o filme divide crítica e público.

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Daniel Krust
··5 min de leitura
Milly Alcock como Supergirl Kara Zor-El em planeta alienígena com Krypto no filme da DC Studios 2026

Supergirl (2026): onde alugar, comprar e vale a pena assistir?

A Garota de Aço finalmente pousou no seu sofá. Após pouco mais de um mês de exclusividade nos cinemas, Supergirl chega ao formato digital em 9 de agosto de 2026 — e a pergunta que fica é: vale gastar o aluguel num filme que dividiu críticos e público de forma tão clara?


Resposta rápida

Supergirl (VOD, 2026):

  • Classificação indicativa: PG-13 — adequado para maiores de 13 anos; cenas de violência e sequências de ação intensas
  • Duração: 1h48
  • Onde assistir: Disponível para compra e aluguel nas lojas digitais do Prime Video, Apple TV, YouTube, Claro TV+, Vivo Play e Mercado Play (sem necessidade de assinatura)
  • Vale a pena? Sim, com ressalvas — Milly Alcock entrega a melhor performance do DCU até aqui, mas o roteiro não acompanha o talento da atriz

O que é Supergirl (2026)?

Supergirl é o segundo filme do novo Universo DC, comandado por James Gunn e Peter Safran. Dirigido por Craig Gillespie — o mesmo de Cruella e Eu, Tonya — com roteiro assinado por Ana Nogueira, o longa adapta a premiada minissérie de quadrinhos Supergirl: Woman of Tomorrow (2021–2022), escrita por Tom King com arte da brasileira Bilquis Evely.

O ponto de partida é desolador: Kara Zor-El (Milly Alcock) sobreviveu ao colapso de Krypton aos 14 anos e, aos 21, ainda carrega as cicatrizes desse trauma. No dia do seu aniversário — que ela passa bêbada num planeta qualquer, em companhia apenas de Krypto, o supercão —, ela cruza o caminho de Ruthye Marye Knoll (Eve Ridley), uma adolescente alienígena sedenta de vingança após ter o pai assassinado pelo mercenário Krem (Matthias Schoenaerts). E ainda tem Lobo (Jason Momoa) na mistura, o caçador de recompensas mais badass dos quadrinhos DC.

É, no papel, uma odisseia espacial estilo True Grit nas estrelas. Na prática, a execução é onde as coisas complicam.


Elenco: o ponto alto e o ponto de interrogação

Milly Alcock é, disparada, o motivo mais sólido para assistir ao filme. Conhecida pelos fãs de A Casa do Dragão, ela já havia aparecido brevemente em Superman (2025) e aqui ganha espaço de sobra para construir uma Kara muito diferente da versão otimista dos anos 1980: mais crua, mais instável, mais interessante.

O problema está ao redor dela:

  • Eve Ridley como Ruthye funciona razoavelmente bem como contraponto emocional, mas o arco da personagem é previsível demais.
  • Matthias Schoenaerts como Krem entrega um vilão que a crítica especializada apontou como unidimensional — ameaçador, mas sem camadas.
  • Jason Momoa como Lobo é bem-vindo, traz humor e presença de cena, mas parece insuficientemente explorado para o potencial que o personagem tem nos quadrinhos.

Direção, fotografia e CGI: onde Gillespie acerta (e onde escorrega)

Craig Gillespie tem um histórico sólido com protagonistas femininas em situações-limite. O ritmo de Supergirl é competente — o filme não entedia —, mas a identidade visual é onde o projeto perde pontos. A crítica especializada apontou sequências de CGI irregulares e um design de produção que, às vezes, parece mais genérico do que o esperado para o segundo capítulo de um universo compartilhado que teve Superman como vitrine.

O roteiro de Ana Nogueira enfrenta uma armadilha clássica de adaptações: a HQ original de Tom King é densa, filosófica e estruturalmente incomum. Transformá-la em blockbuster de 1h48 implica em cortar camadas. O que chega às telas é um esqueleto funcional da história, mas sem a profundidade poética que fez os quadrinhos serem tão aclamados.


Bilheteria e recepção: o fracasso que virou notícia

Os números de bilheteria foram o grande assunto nas semanas que se seguiram à estreia. O filme arrecadou aproximadamente US$ 124 milhões mundialmente contra um orçamento de produção e marketing estimado em cerca de US$ 290 milhões — um prejuízo expressivo para a Warner Bros.

No Rotten Tomatoes, a divisão é reveladora: a crítica especializada posicionou o filme em torno de 53–57% de aprovação, enquanto o público foi bem mais receptivo, com 73% no Popcornmeter. No Metacritic, a nota ficou em 50/100, classificada como "misto ou médio".

Essa distância entre críticos e espectadores diz muito sobre o filme: é uma aventura que funciona como entretenimento de fim de tarde, mas que não tem o acabamento de uma obra que justifique a escala do investimento.


Onde está Supergirl no contexto do novo DCU?

Apesar do tropeço comercial, Milly Alcock não vai desaparecer do universo DC. Ela já está confirmada em Man of Tomorrow — o próximo grande filme da franquia, com previsão de estreia em julho de 2027 —, ao lado de David Corenswet (Clark Kent), Nicholas Hoult (Lex Luthor) e outros heróis do DCU. O tropeço de Supergirl não cancela o personagem; só aumenta a pressão para que a próxima aparição entregue o que este filme prometeu mas não cumpriu inteiramente.


Como assistir em agosto de 2026

A partir de 9 de agosto, o filme estará disponível para compra e aluguel avulso (sem assinatura) nas seguintes plataformas no Brasil:

  • Prime Video (loja digital)
  • Apple TV
  • YouTube
  • Claro TV+
  • Vivo Play
  • Mercado Play

Em físico, o lançamento em 4K Ultra HD, Blu-ray e DVD está marcado para 8 de setembro de 2026, com mais de 90 minutos de extras, incluindo bastidores e o making-of da adaptação dos quadrinhos para as telas.

A chegada à HBO Max ainda não tem data confirmada pela Warner Bros. Quem prefere esperar a inclusão por assinatura terá que segurar a curiosidade por mais alguns meses.


Veredicto: nota 6/10

Supergirl não é o desastre que os números de bilheteria sugerem, mas também não é o divisor de águas que o DCU precisava. Milly Alcock é genuinamente extraordinária e merece um roteiro à altura — e esse, infelizmente, não é ele. Para fãs de DC ou do novo universo de Gunn, vale o aluguel. Para quem não tem afinidade com o gênero, o filme dificilmente vai converter.


Perguntas frequentes

Onde assistir Supergirl (2026) online?

A partir de 9 de agosto de 2026, o filme está disponível para compra e aluguel nas lojas digitais do Prime Video, Apple TV, YouTube, Claro TV+, Vivo Play e Mercado Play. O acesso é avulso, sem necessidade de assinatura.

Supergirl (2026) está na HBO Max?

Ainda não. O filme chegou ao formato de compra e aluguel digital, mas a Warner Bros. ainda não confirmou data oficial de estreia na HBO Max. A expectativa é que o título chegue ao serviço de assinatura a partir do outono de 2026.

Qual a classificação indicativa de Supergirl (2026)?

O filme tem classificação PG-13 — indicado para maiores de 13 anos. Contém cenas de ação intensa, violência moderada e temas sobre luto e vingança.

Quanto tempo dura Supergirl (2026)?

O filme tem duração de 1 hora e 48 minutos.

Qual a nota de Supergirl no Rotten Tomatoes?

O filme registrou cerca de 53–57% de aprovação da crítica especializada e 73% do público (Popcornmeter) no Rotten Tomatoes. No Metacritic, obteve 50/100.

Tags:#Supergirl#DC Studios#Milly Alcock#Craig Gillespie#Filmes 2026#Streaming#VOD#Lançamentos

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