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Guerreiras do K-pop: dubladoras das HUNTR/X após 1 ano
Um ano de Guerreiras do K-pop na Netflix: veja o que estão fazendo EJAE, Audrey Nuna, Rei Ami e as vozes brasileiras Analu Pimenta, Vic Brow e Taís Feijó.

Guerreiras do K-pop: onde estão as dubladoras das HUNTR/X após um ano do lançamento?
Hoje, 20 de junho de 2026, Guerreiras do K-pop completa exatamente um ano de existência — e o mundo da animação nunca mais foi o mesmo. O filme que chegou à Netflix quase sem alarde se transformou no maior fenômeno do streaming nos últimos tempos. Mas e as vozes que deram vida a esse universo? O que fazem hoje EJAE, Audrey Nuna, Rei Ami — e as brasileiras Analu Pimenta, Vic Brow e Taís Feijó?
Resposta rápida
Guerreiras do K-pop (Netflix, 2025):
- Classificação indicativa: 10 anos
- Duração: 1h 36min
- Onde assistir: Netflix
- Vale a pena? Sim — animação musical vibrante que conquistou o Oscar e 52 semanas seguidas no Top 10 global; diversão garantida para qualquer fã de cultura pop.
Um ano, 600 milhões de visualizações e um Oscar na prateleira
Quando Guerreiras do K-pop estreou em 20 de junho de 2025, poucos apostavam no seu alcance. A Sony Pictures Animation chegou a cogitar que seria um sucesso de nicho. O que aconteceu foi o oposto: o filme acumulou mais de 600 milhões de visualizações e passou 52 semanas consecutivas no Top 10 global da Netflix — um recorde histórico que pulverizou o desempenho anterior de Uma Advogada Extraordinária, que havia ficado 20 semanas no ranking.
A trajetória de premiações foi igualmente impressionante. A animação venceu o Globo de Ouro 2026 nas categorias de Melhor Animação e Melhor Canção Original, e repetiu o feito no Oscar 2026, realizado em 15 de março, com as estatuetas de Melhor Animação e Melhor Canção Original pela faixa "Golden", do grupo fictício HUNTR/X.
O filme é dirigido por Maggie Kang e Chris Appelhans, e produzido pela Sony Pictures Animation para a Netflix. A trama acompanha Rumi, Mira e Zoey — três idols que escondem uma missão secreta: caçar demônios com o poder de suas vozes, enquanto enfrentam uma boy band rival formada por criaturas das trevas disfarçadas.
As vozes originais: EJAE, Audrey Nuna e Rei Ami
Uma das características mais originais do filme é a divisão entre atrizes de voz (diálogos) e cantoras (músicas). Na versão original, Arden Cho dá voz falada à Rumi, May Hong à Mira e Ji-Young Yoo à Zoey. Mas quem canta — e quem acabou virando o rosto público do HUNTR/X — são EJAE (Rumi), Audrey Nuna (Mira) e Rei Ami (Zoey).
EJAE — a voz da Rumi que foi à Copa do Mundo
Compositora conhecida nos bastidores do K-pop por décadas, EJAE passou a ganhar reconhecimento mundial após o lançamento do filme. Nos últimos doze meses, sua agenda incluiu apresentações relacionadas à Copa do Mundo de 2026 — palco que antes parecia distante para uma artista até então mais celebrada na indústria do que nos palcos. Atualmente, ela segue trabalhando em novas músicas para a carreira solo e compondo para outros artistas e produções audiovisuais.
Em entrevista ao The Jennifer Hudson Show, EJAE foi direta sobre como enxerga o HUNTR/X: não como um grupo fictício de cinema, mas como um girlgroup real que "estreou em um filme". O trio estuda a possibilidade de lançar novos álbuns e realizar turnês — uma declaração que deixou a fandom em polvorosa.
Audrey Nuna — preparando material inédito para o segundo semestre
Audrey Nuna, que emprestou os vocais à Mira, voltou as atenções para a carreira solo após o sucesso do filme. A artista está preparando material inédito e deve marcar presença em festivais ao longo do segundo semestre de 2026. Vale lembrar que, antes da animação, seu lançamento anterior foi o single Mine, que ganhou versões com Channel Tres e DASH.
Rei Ami — aproveitando o impulso da repercussão
Rei Ami, a voz de Zoey, também segue expandindo seus projetos na esteira do sucesso de Guerreiras do K-pop. As três cantoras tornaram-se referência pública da franquia, e os diretores Kang e Appelhans revelaram que se inspiram justamente na dinâmica real entre elas para criar as interações das personagens na sequência.
A dublagem brasileira: Analu Pimenta, Vic Brow e Taís Feijó
Para o público brasileiro, o filme ganhou uma camada extra de afeto graças à dublagem nacional — que, aliás, foi além da maioria das versões internacionais. A trilha sonora dublada em português foi lançada de forma progressiva, com a versão completa chegando às plataformas de música em 7 de novembro de 2025 — sendo a única dublagem além do original a receber disponibilização integral de todas as faixas remixadas.
Analu Pimenta — a Rumi que canta e fala no Brasil
Na versão brasileira, Analu Pimenta assumiu as duas funções de Rumi: diálogos e músicas. Dubladora, cantora e fonoaudióloga, Analu entregou uma performance que conquistou fãs e especialistas em dublagem.
Vic Brow — a voz durona da Mira
Vic Brow, conhecida pelo trabalho em Tokyo Revengers, foi a escolhida para dar vida à Mira na dublagem brasileira. A personagem é a dançarina do grupo — durona, racional e com camadas emocionais que exigiram nuances vocais precisas.
Taís Feijó — a rapper Zoey em português
Veterana da dublagem, Taís Feijó emprestou a voz à rapper Zoey. Com um currículo que inclui Woo Young-woo de Uma Advogada Extraordinária, Kat de Euphoria, Senhorita Minutos de Loki e Pinkie Pie de My Little Pony, Taís trouxe a energia e o timing cômico que o personagem exige.
A adaptação também teve o cuidado de traduzir gírias dos fóruns de K-pop para o vocabulário da internet brasileira — um detalhe que aproximou ainda mais o enredo do público jovem local.
O que vem por aí: sequência em 2029 e turnê ao vivo
A Netflix já confirmou que uma sequência está em pré-produção, com previsão de lançamento para 2029. No tapete vermelho do Globo de Ouro, os diretores Appelhans e Kang falaram sobre o espaçamento: animações exigem tempo para construir universos visuais completamente novos, com design e figurinos detalhados que "levam tempo para ser confeccionados", segundo o próprio Appelhans.
Além do filme, a Netflix trabalha em um concerto ao vivo da franquia. O Brasil, maior mercado de K-pop da América Latina, é listado por produtoras de eventos como rota prioritária para qualquer expansão internacional da turnê — o que coloca o país em posição privilegiada para receber apresentações do HUNTR/X.
O impacto cultural da produção já extrapolou as telas: há experiências imersivas, parcerias com o jogo Fortnite e coleções de roupas com marcas como a Vans.
Vale a pena (re)assistir um ano depois?
Com 91% no Rotten Tomatoes e nota 7.7 no IMDb (com mais de 44 mil votos), Guerreiras do K-pop segue sendo uma das animações mais bem avaliadas da Netflix. Classificado para maiores de 10 anos, o filme tem uma duração enxuta de 1h 36min e uma trilha sonora viciante — elementos que explicam por que ele ainda aparece no Top 10 global uma semana após a outra.
Se você ainda não viu, o aniversário de um ano é o pretexto perfeito. Se já viu, talvez seja hora de abrir a versão Sing-Along (disponível na Netflix com as letras em português desde outubro de 2025) e finalmente decorar "Golden" de vez.
Perguntas frequentes
Onde assistir Guerreiras do K-pop?
O filme está disponível na Netflix, onde permanece desde o lançamento em 20 de junho de 2025. A versão Sing-Along com letras em português também está na plataforma.
Qual a classificação indicativa e a duração do filme?
Guerreiras do K-pop tem classificação indicativa para maiores de 10 anos e duração de 1h 36min.
Vai ter Guerreiras do K-pop 2? Quando estreia?
Sim. A sequência está em pré-produção e tem previsão de estreia para 2029, segundo os diretores Maggie Kang e Chris Appelhans.
Quem são as dubladora brasileiras das HUNTR/X?
Analu Pimenta dubla Rumi, Vic Brow dubla Mira e Taís Feijó dubla Zoey na versão brasileira.
Guerreiras do K-pop ganhou o Oscar?
Sim. Em 15 de março de 2026, o filme levou as estatuetas de Melhor Animação e Melhor Canção Original ("Golden") no Oscar 2026.
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